Clínica Infantil Indianópolis

Bronquiolopatias X Tosse Coqueluchóide

BRONQUIOLOPATIAS X TOSSE COQUELUCHÓIDE

Os vírus respiratórios e as más companhias das Bordetellas e de outras bactérias. A coexistência de vírus respiratórios e bactérias a priori pode causar estranheza, porém, graças às adequações de alguns dos grandes centros tecnológicos, comprovou-se, na última década, que a associação não é tão rara como antigamente se supunha. As co-infecções envolvendo dois, eventualmente mais vírus, inclusive com a parceria bacteriana, são registradas principalmente nos lactentes no primeiro semestre de vida, particularmente no segundo trimestre, faixa etária de maior incidência das Bronquiolítes virais e de maior risco para contrair a Coqueluche (“Tosse comprida”), uma vez que não se completou o calendário básico da vacinação tríplice bacteriana DPT- Difteria, Pertussis (Coqueluche), Tétano- aplicadas aos 2,4 e 6 meses, nem as duas doses de reforço com um ano e três meses e, por volta, dos quatro até seis anos de idade e cuja erradicação exige ainda doses de reforços- previstas em campanhas nacionais- e cuidados adicionais para evitar a importação da doença pelos viajantes não imunizados.Tais ocorrências são constatadas através de exames destinados ao rastreamento (painel) de vírus respiratórios e à pesquisa de Bordetella pertussis (Coqueluche) com a da Bordetella parapertussis (Parapertussis), para a qual não existem medidas imunopreventivas. 
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Autor: Rubens Tadeu Bonomo

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